segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

DEUS OLHA PARA O CORAÇÃO

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Tânia Alves

BENDIZEI, POVOS AO NOSSO DEUS

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Tânia Alves

OBRAS DE DEUS

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Tânia Alves

SALMOS DE ORAÇÃO

Salmos 55


1 Inclina, ó Deus, os teus ouvidos à minha oração, e não te escondas da minha súplica.
2 Atende-me, e ouve-me; lamento na minha queixa, e faço ruído,
3 Pelo clamor do inimigo e por causa da opressão do ímpio; pois lançam sobre mim a iniqüidade, e com furor me odeiam.
4 O meu coração está dolorido dentro de mim, e terrores da morte caíram sobre mim.
5 Temor e tremor vieram sobre mim; e o horror me cobriu.
6 Assim eu disse: Oh! quem me dera asas como de pomba! Então voaria, e estaria em descanso.
7 Eis que fugiria para longe, e pernoitaria no deserto. (Selá.)
8 Apressar-me-ia a escapar da fúria do vento e da tempestade.
9 Despedaça, Senhor, e divide as suas línguas, pois tenho visto violência e contenda na cidade.
10 De dia e de noite a cercam sobre os seus muros; iniqüidade e malícia estão no meio dela.
11 Maldade há dentro dela; astúcia e engano não se apartam das suas ruas.
12 Pois não era um inimigo que me afrontava; então eu o teria suportado; nem era o que me odiava que se engrandecia contra mim, porque dele me teria escondido.
13 Mas eras tu, homem meu igual, meu guia e meu íntimo amigo.
14 Consultávamos juntos suavemente, e andávamos em companhia na casa de Deus.
15 A morte os assalte, e vivos desçam ao inferno; porque há maldade nas suas habitações e no meio deles.
16 Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará.
17 De tarde e de manhã e ao meio-dia orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz.
18 Livrou em paz a minha alma da peleja que havia contra mim; pois havia muitos comigo.
19 Deus ouvirá, e os afligirá. Aquele que preside desde a antiguidade (Selá), porque não há neles nenhuma mudança, e portanto não temem a Deus.
20 Tal homem pôs as suas mãos naqueles que têm paz com ele; quebrou a sua aliança.
21 As palavras da sua boca eram mais macias do que a manteiga, mas havia guerra no seu coração: as suas palavras eram mais brandas do que o azeite; contudo, eram espadas desembainhadas.
22 Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e ele te susterá; não permitirá jamais que o justo seja abalado.
23 Mas tu, ó Deus, os farás descer ao poço da perdição; homens de sangue e de fraude não viverão metade dos seus dias; mas eu em ti confiarei.
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    FRUTIFICAI E MULTIPLICAI

    E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra

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    CRIAÇÃO DO PRIMEIRO DIA

    No princípio criou Deus o céu e a terra.
    E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
    E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
    E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
    E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
    E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
    E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.

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    SALMOS DE CONFIANÇA

    Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!
    A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?
    As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, enquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus?
    Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão. Fui com eles à casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava.
    Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face.
    Ó meu Deus, dentro de mim a minha alma está abatida; por isso lembro-me de ti desde a terra do Jordão, e desde os hermonitas, desde o pequeno monte.
    Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado sobre mim.
    Contudo o Senhor mandará a sua misericórdia de dia, e de noite a sua canção estará comigo, uma oração ao Deus da minha vida.
    Direi a Deus, minha rocha: Por que te esqueceste de mim? Por que ando lamentando por causa da opressão do inimigo?
    Com ferida mortal em meus ossos me afrontam os meus adversários, quando todo dia me dizem: Onde está o teu Deus?
    Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face, e o meu Deus.


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    DEUS ESTÁ COMIGO

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    A TUA MÃO ME GUIARÁ

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    SALMOS 42

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    FELIZ 2018

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    O CENÁRIO HISTÓRICO DA REFORMA PROTESTANTE

    500 anos da Reforma Protestante – o contexto histórico - Parte 1

    É importante para a compreensão da Reforma Protestante, entender o contexto histórico em que ela se deu, seus antecedentes e os conflitos de ideias que se acumulavam desde a Idade Média.
    Esta reforma eclodiu no dia 31 de outubro de 1517, quando o monge agostiniano Martinho Lutero pregou 95 teses na porta do castelo e igreja de Wittembrg na Alemanha. Não se tratava de algo inusitado. Era comum, na época, escrever algumas ideias em pergaminho e pregar em portas de catedrais. Na verdade, estas portas eram os outdoors da época. Quem desejasse alguma comunicação, que a fizesse por lá. Lutero usou a comunicação disponível em sua época.
    O choque das ideias ali expostas ocorreu por se tratar de uma fustigada severa nas normas disciplinares da Igreja Católica, na autoridade do Papa e uma crítica muito forte às indulgências.
    Esta questão das indulgências pode ser vista de vários ângulos e, por sua vez, tem seu contexto. No século XII a cristandade ainda sem perspectivas de uma divisão tão séria, vivia com a crença na dualidade da salvação/condenação ou, como queiram, entre céu e inferno. Os debates dentro da Igreja Católica levaram a uma busca de saída intermediária, com a invenção do purgatório, local onde permaneciam as almas dos pecadores que não mereciam a pena eterna do inferno, nem a imediata caminhada para a paz celestial. Uma das maneiras de se ajudar uma alma a sair do purgatório era pagando as indulgências. Este pagamento poderia ser com sacrifícios pessoais, orações, penitências ou contribuições pecuniárias. A pessoa que ganhava/comprava indulgências tinha o perdão de todos os seus pecados e o livramento das penas futuras, após a morte, no inferno.
    Esta invenção rendeu tanto à Igreja Católica em contribuições que foi possível a construção na colina do vaticano, uma das sete que existem na cidade de Roma, da basílica de São Pedro, conhecida hoje, popularmente, como Vaticano.
    Então, posicionar-se contra as indulgências era algo que atrapalhava muito a vida dentro da Igreja Católica.
    Ressalta-se que nem todos os cristãos da época tinham dinheiro para conseguir indulgências, daí a busca de outros meios para compensar e, após o Concílio de Trento, a venda das indulgências foi proibida e estimulado um comportamento voltado para questões espirituais.
    As propostas de Martinho Lutero atingiam outra questão muito importante que poderia ser comparada à segurança nacional do estado moderno. Três pilares sustentavam esta segurança: um rei, uma língua, uma religião. Portanto, ensinar outra língua, seria um fator de divisão, defender a derrubada de um rei, colocando outro em seu lugar, outro crime contra a segurança e, finalmente, pregar uma religião diferente daquela tida como oficial no reino, mais um crime grave.
    A vida europeia era assim pautada e os princípios do Estado Nacional brotavam como muito fortes naquele início de século XVI. Cada região desenvolvia o seu orgulho próprio, a sua consciência nacional e se defendia, não querendo pagar tributos a outros reinos. Nesse caso, se um germânico pagasse um valor correspondente a uma indulgência, não gostaria de enviar este dinheiro para Roma.
    Vê-se, portanto, na proposta de Lutero, uma forte tendência germânica em sua reforma e um questionamento de uma aliança muito antiga formadora do Império Romano-Germânico.
    Poderíamos ampliar este contexto, no entanto, eles são basilares o suficiente para entendermos o desenrolar dos fatos.
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    Tânia Alves